Nos corriqueiros noticiários midiáticos brasileiros se divulga uma notícia de uma crise no Senado Federal, chegando a um certa grau impreciso de euforia, frustração, nostalgia, raiva, ira entre outras sensações possíveis e não possíveis de um ser humano. As noticias divulgadas são muitas, porém aparecem nuas de opinião e atingem mais a emoção do leitor do que sua razão. Certamente existe entre essas redes e canais de comunicação um grande vazio ou melhor verdadeiros espaços "opacos" de opinião crítica e racional em seus editoriais, deixando aqui com justiça ressalva para alguns( não irei citar porquê posso esquecer e acabar sendo injusto), mas em sua grande maioria vendem o pão sem saber de quê ele é feito? isso é o banalismo informativo, uma doença grave de nossos jornais brasileiros, talvez pior que a gripe "dita" suína pelos mesmos, admitindo que jornais internacionais são uma reprodução melhorada do que se passa no cenário nacional, ou seja, o nosso captador de informações é que deveria estar em crise de inteligência. Uma crise denominada de a crise do senado, para mim soa estranho, que crise?, certamente alguém poderá pensar que sou um louco escrevendo barbaridades atoa na internet, como todo louco comum acho que não estou louco, como assim? Pelo que sabemos até o exato momento a casa democrática intitulada de senado Federal não perdeu nenhum tipo de poder dentro do sistema legislativo presente em nossa democracia representativa brasileira. Na verdade a crise estaria nas práticas onerosas e viciantes que os membros deste congresso praticam com a liberdade e a saliência que num regime de leis, onde as mesmas leis são falíveis e as relações de poderes são capazes de monobra-lás, parece que para mudá-las é preciso de reformas( isso é basico), que para serem aprovadas pela lei tem que passar novamente pelo veredicto final dos mesmos (os políticos) que a corroeram. Existe aqueles que apelam seus argumentos que a crise é uma crise moral e ética ou as vezes que a crise é da imagem do senado na representação imaginária do público, pera um pouquinho aí, na verdade o que poucas pessoas tem coragem de dizer é que a imagem da política em geral no Brasil esta muito coligado a fumaça negra de corrupção e arbitrariedades que vão de encontro as leis e a um sistema democrático de direito. O famoso jeitinho brasileiro praticados por civis e políticos em longos tempos de nosso passado enfunhados em nossas raízes históricas só demostra que essa crise, nada mais é que as nossos deficiências políticas emperrando a nossa tentativa de mudança para um sistema político democrático mais eficiente. (pelo menos é o que espero). Umas das promessas perdidas da democracia (tenho esperança que se renove) era a superação do público do privado dentro do gerenciamento do Estado Democrático, porém as nomeações de cargos de comissão cad vez mais numerosos no congresso federal ressuscitam o espectro do nepotismo nas administração "dita modernas" das sociedades democráticas, deixo aqui minha ressalva que nem todo país democrático tais práticas se repetem, a democracia tem uma história própria e singular a cada país em que ela se estabelece, portanto comparações acabam sendo incompatíveis já que se muda de lugar para lugar.
O (A)FILOSÓFICO
Gostaria de ter o efeito borboleta capaz de voltar ao passado e modificá-lo com ações que reverteria o curso da história, mais o que faço como historiador e apenas elaborar um discurso sobre ele e dar diferentes interpretações, pois não consigo mudar o evento em si. A história é uma metáfora construída por nós que buscamos achar seu entendimento por meio de nossa linguagem viciada em gêneros literários.
terça-feira, 7 de julho de 2009
sábado, 4 de julho de 2009
INICIAÇÃO (A)FILÓSOFICA
Olá, meu nome é Rafael, sou o criador e mentor deste blog singular com estranho título,mais porém bastane peculiar. Certamente seria muito dificíl dizermos aqui neste exato momento o que é algo (a)filosófico?, Se pudessemos agora imaginar que o nosso pensamento fosse assim como a nossa sociedade, uma estrutura hieraquíca, algo como a divisão de classes do imaginário, eis portanto que o nosso (a)filósofico seria como o banal das classes dos pensamentos, mas especificamente seria o "ralé" da mentalidade e do pensamento humano, talvez tivessemos que fazer a revolução ala Marxistas/Leninista do (a)filosófico versus o filosófico(Luta Imginária, e bote uma bela imaginação nisso). Uma vez um grande filosófo que não me lembro o nome(me desculpem) disse-me que a filosofia era o tudo e o nada ao mesmo tempo? como assim? explicando-me disse-me que tudo que pensamos se não materializado(linguagem) de forma concreta acaba não existindo a não ser de forma intrapessoal, ou seja, é a relação do pensamento com a realidade(meios, objetos e sujeitos) que o faz existir, se não como poderiamos provar que estou pensando neste exato momento que escrevo, se eu não tivesse estabelecido uma relação de linguagem e comunicação através deste computador, A simbiose entre linguagem e pensamnto é fascinante e certamente irei descrever em novas postagens, por enquanto isso é apenas uma iniciação.
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